Bem vindo ao sítio da EMRC do Agrupamento de Escolas de Silves.
Aqui serão colocados todos os artigos, fotografias e comentários sobre a disciplina de Educação Moral e a Igreja. Esperamos por vocês e pelos vossos comentários....
Professor Tito Romeu.

quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

Os alunos de EMRc vão mais uma vez realizar as suas visitas de estudo a diversos locais.

Assim no proxino dia 18 e 19 de Fevereiro o 8º ano irá até à Serra da Estrela
o 9º ano será no dia 21 a 25, a Barcelona
o 7º ano desloca-se a Fátima, Grutas de St António e Aljubarrota / Batalha

Patriarca alerta: “Estado é laico, a sociedade não o é.”


D. José Policarpo encerrou ontem o fórum sobre a Escola com apelos a maior autonomia, defendendo presença da Igreja no sistema educativo e o perigo da guerra aos símbolos religiosos.

Durante a conferência intitulada "A Escola tem Futuro?", durante o dia final do Fórum "Pensar a Escola. Preparar o Futuro", na UCP-Lisboa, D. José Policarpo afirmou que "se o Estado é laico, a sociedade não o é".

O Cardeal-Patriarca alertou para os perigos de "estender a laicidade do Estado a toda a sociedade e a todas as instituições do Estado ao serviço da comunidade, entre as quais sobressai a escola" e de "fazer derivar a justa laicidade para um laicismo, qual nova religião, que combate qualquer presença ou influência da religião na sociedade".

D. José referiu-se ainda com preocupação ao que chamou de "guerra dos símbolos religiosos" na Europa, considerando-a como "sinal muito preocupante".

Para o Cardeal, estamos na presença de "uma nova forma de hegemonia totalitária que se disfarça com as vestes da democracia". Por isso, acrescentou, "a escola, como instituição ao serviço da educação não pode ser laica, neste sentido, como não pode ser um espaço sagrado, na acepção religiosa do termo".

"A escola, qualquer escola digna desse nome, não pode deixar de dar lugar, no projecto educativo, à dimensão religiosa, profundamente presente na tradição cultural portuguesa", defendeu.

Retomando o tema do fórum, o Cardeal-Patriarca declarou que o futuro da escola "depende da cultura e da civilização", a passar por um processo de acelerada mutação que "toca as raias de um colapso".

"A escola é, entre as estruturas da sociedade, aquela onde mais se entrecruzam todas as correntes e manifestações dessa mutação cultural. Entrar na escola é, hoje, entrar numa nau agitada pelos ventos que, por sua vez, agitam o mar da história", atirou.

O Patriarca de Lisboa lembrou ainda a importância de mais apoios para a família para que os pais possam realmente participar na educação das crianças e propôs que o projecto educativo se estabeleça num "diálogo" entre todos os intervenientes: professores, família e "a comunidade humana mais alargada em que a escola se insere e de que a Igreja não pode ficar ausente".

D. José Policarpo indicou que "a educação só é possível na valorização destes elementos fundamentais e estruturantes: a liberdade, a inteligência, a busca da verdade e a complementaridade entre a verdade individual e a verdade comunitária, a abertura do espírito à dimensão transcendente do homem, que começa na beleza e encontra o seu ponto mais exigente na fé e na expressão religiosa".

O patriarca de Lisboa abordou ainda a questão do projecto educativo porque as escolas , "embora sendo do Estado, tem de ter autonomia real de projecto educativo" .Para o Patriarca de Lisboa, "não pode competir aos Estados, como poder exclusivo, a definição" do quadro educativo.

"Os nossos Estados modernos, democráticos, laicos, marcados pelos inevitáveis confrontos ideológicos, garantidos pela convivência democrática, não são capazes de o fazer e de o garantir de modo fiável para o conjunto das famílias", lamentou.

Neste sentido, classificou como "sinal de esperança" a "autonomia da escola", que se exprime num "projecto educativo próprio", estabelecido em diálogo por todos os intervenientes na escola enquanto estrutura educativa.

A "tutela", acrescentou, não deve "impor qualquer doutrina ideológica".

Consulte toda a intervenção do Cardeal-Patriarca de Lisboa na Agência Ecclesia

quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

Oikos promove concurso para promover direitos das crianças


A Oikos está a promover em Portugal a 4.ª edição do concurso de cartazes para jovens no âmbito do 20.º aniversário da Convenção sobre os Direitos da Criança, lançado pela Comissão Europeia a todos os países membros.

O concurso pretende "que crianças e jovens aprendam mais sobre os seus direitos e manifestem a sua opinião sobre o assunto".

Para participarem devem criar equipas de 4 pessoas (idades entre 10-14 ou 15-18 anos) com um supervisor adulto.

As equipas devem fazer uma pré-inscrição no site do concurso http://www.eurojovem.eu/

No website estão disponíveis vários materiais de apoio bem como a Convenção sobre os Direitos da Criança e o regulamento detalhado do concurso.

Após uma primeira selecção das obras a nível nacional, haverá uma cerimónia de entrega de prémios e as três equipas vencedoras de cada grupo entram automaticamente em competição europeia, onde Portugal já conseguiu dois lugares nas últimas competições.

Os vencedores europeus visitam Bruxelas para descobrir a cidade e as instituições europeias, participando numa cerimónia europeia de entrega dos prémios presidida por Jacques Barrot.

Em Portugal, à semelhança dos últimos quatro anos, o concurso será coordenado pela Oikos - Cooperação e Desenvolvimento, em colaboração com a Representação da Comissão Europeia.

Mais informações em http://www.oikos.pt/ e http://www.eurojovem.eu/

fonte: site educris

quarta-feira, 23 de dezembro de 2009

Papa lembra origens do Natal

Papa destaca importância do presépio, concebido por São Francisco de Assis

Bento XVI falou esta Quarta-feira das origens da celebração litúrgica do Natal, na Igreja Católica, e destacou a importância do presépio, concebido por São Francisco de Assis.

No encontro com peregrinos de todo o mundo, para a audiência geral, o Papa explicou que “o ano litúrgico da Igreja não se desenvolveu inicialmente partindo do nascimento de Cristo, mas da fé na sua ressurreição”. Por isso, a festa cristã mais antiga não é o Natal, mas sim a Páscoa.

Segundo Bento XVI, “o primeiro que afirmou com clareza que Jesus nasceu a 25 de Dezembro foi Hipólito de Roma, no seu comentário ao Livro do profeta Daniel escrito por volta de 204”.

Em seguida, o Papa falou na “tradição natalícia mais bela, que é o presépio”, criada por São Francisco de Assis “para recordar a todos como Deus Se revela nos ternos braços de um Menino”.

“A sua condição de criança indica-nos como podemos encontrar Deus e gozar da sua presença. É à luz do Natal que melhor se compreendem estas palavras do Senhor: «Se não vos converterdes e não vos tornardes como as crianças, não entrareis no reino dos Céus»”, disse, em português.

“Amados peregrinos de língua portuguesa, a todos desejo um Santo Natal, portador das consolações e graças do Deus Menino, a quem vos encomendo ao dar-vos a minha Bênção”, acrescentou.

Bento XVI disse que “no Natal Deus vem sem armas, sem a força, não quer conquistar de fora: faz-se menino indefeso para vencer a violência, a soberba ,o desejo de poder do homem”.

“O desejo que todos trazemos no coração é que a próxima festa de Natal nos dê, no meio da actividade frenética dos nossos dias, serena e profunda alegrias para nos fazer tocar com a mão a bondade do nosso Deus e nos infunda nova coragem”, indicou.

segunda-feira, 14 de dezembro de 2009

Vinte aldeias algarvias mostram presépios tradicionais



Cerca de vinte presépios tradicionais expostos em aldeias do interior algarvio podem ser visitados a partir deste Sábado ao abrigo de uma iniciativa da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional (CCDR) do Algarve.

A exposição acontece pelo sexto ano consecutivo em várias aldeias da região e visa estimular a criatividade e recuperar as memórias das tradições populares ligadas à época natalícia, diz a CCDR/Algarve em comunicado.

A rede de presépios pode ser visitada em vinte aldeias localizadas em dez concelhos algarvios: Albufeira, Alcoutim, Castro Marim, Faro, Lagos, Loulé, São Brás de Alportel, Monchique, Silves e Tavira.

Paralelamente, estará patente em Faro a partir de quarta-feira uma exposição fotográfica intitulada "Tradições natalícias e presépios nas aldeias do Algarve", da autoria de Jorge Murteira.

A mostra fotográfica, que estará patente na CCDR/Algarve até ao dia 6 de Janeiro, revela o processo construtivo dos presépios nas aldeias algarvias e o convívio que se gera em torno da sua preparação.

No dia de inauguração da exposição será ainda proferida no mesmo local a palestra "O Natal no Algarve e outras tradições", pelo padre José Cunha Duarte, pároco de São Brás de Alportel.

Redacção/Lusa